sábado, 29 de novembro de 2008



CORPOS FRENÉTICOS
(L.J.S))

Se não fosse sua beleza fora de serie talvez fosse ela apenas mais uma pessoa em meia a multidão. Joana tinha 24 anos, vivia com a mãe já velha e com sérios problemas de saúde e para piorar as coisas Joana estava desempregada e o pouco dinheiro que sua mãe recebia da pensão do marido já morto mal dava para as compras de casa, pagar o aluguel então, nem pensar, as coisas estavam complicadas. Duas mulheres solitárias numa sociedade machista e hipócrita, mãe e filha vivendo toda uma problemática que só os tempos modernos podiam proporcionar. Joana jovem bonita e atraente de altura mediana cintura bem definida coxas grossas e bumbum exuberante que lhe rendiam certos gracejos dos marmanjos que encontrava pelo caminho. Já estava andando a mais de 20 minutos, ia ao mercado no qual sua mãe fazia as compras do mês pagar o que haviam comprado no mês anterior para que assim, pudesse continuar a terem credito e comprar mais mantimentos para o mês seguinte. Finalmente chegou, parou em frente ao mini mercado arrumou os longos cabelos negros e adentrou ao recinto, dirigiu se ao rapaz que comandava o andamento das coisas uma espécie de gerente, embora o salário pífio pago pelo patrão, Seu Antenor, não tivesse nada a ver com um salário de gerente. O rapaz sorridente dirigiu-se a Joana e disse:
- Olá Joana, tudo bem?
- Tudo bem Arnaldo, e você?
- Estou ótimo, - respondeu o rapaz – hoje você veio pagar ao senhor Antenor não é? Ele o aguarda na sala , pode ir.
Joana dirigiu se a uma pequena sala onde estava o Dono do mini mercado em sua mesa conferindo uma serie de notas fiscais.
- Feche a porta e sente se – disse ele sem ao menos levantar a cabeça. Joana sentou-se, estava tensa, realmente sua situação financeira lhe fazia passar por momentos de profunda vergonha, os sonhos de infância de se tornar atriz de sucesso, crescer financeiramente casar e ter filhos estavam bem longe de se tornarem realidade, diante de si, alheio a todos esses pensamentos estava o Seu Antenor, homem de 46 anos, parcialmente calvo, gordo, casado bem sucedido na vida, dois filhos e uma esposa submissa em casa. Antenor guardou as notas fiscais na gaveta, levantou-se com um sorriso maquiavélico, olhar fixo em Joana que já se preparava para o que iria acontecer, parou diante da garota que se prostrava de joelho e começava a abrir a braguilha de Antenor que começava a sentir palpitações frenéticas pelo corpo. Antenor arriou a calça ate os pés, seu membros sexual cheio de sebo devido as incessantes mijadas do dia a dia enrijecido tal qual um porrete balançou a poucos centímetros da boca de Joana que sem cerimônia agasalhou com sua boca gulosa metade do falo do macho num vai vem frenético e de proporções inigualáveis.
Antenor gemia tal qual um búfalo no cio, suas temporas latejavam enquanto Joana continuava seu serviço de vagabunda do mais baixo meretrício. Por alguns segundos, Antenor puxava seu mastro para fora da boca da garota e batia com força com o membro na cara da mesma – chupa vagabunda, você só serve pra isso mesmo – dizia esbanjando um poder insano. Joana continuava sua jornada, chupava com ganância avassaladora enquanto que dos cantos de sua boca uma baba melequenta escorria, minutos depois Antenor gozava de maneira atroz lançando seu liquido seminal de forma aterradora na boca de Joana que engolia tudo como se fosse o mais delicioso manjar. Suando como um paquiderme do mais longínquo deserto africano, Antenor despiu – se totalmente ordenando que a garota fizesse o mesmo. Obediente Joana agora encontrava se de quatro como uma cadela esperando ser penetrada por um cachorro qualquer, num tesão de proporções inimagináveis, Antenor jogou se sobre ela, sua rola semimole, procurou a vagina rosada e minúscula de Joana, começava agora a segunda parte do pagamento, Antenor suando como um louco num frenesi macabro postava-se como o mais feliz dos homens, naquele exato momento sua rola enrijecera-se novamente tomando proporções gigantesca dentro do órgão mais intimo de Joana.
Joana gemia e gritava baixinho para não fazer barulho enquanto Antenor não se importava com isso, gemia alto e gritava como um louco, Joana rebolava tentando faze-lo gozar mais rápido, e em alguns minutos Antenor gozava novamente e gemia alto proporcionando um espetáculo grotesco enquanto sua rola latejava como uma mangueira de água com pressão absoluta, Joana gemia como uma cachorra e Antenor se refazia do baque.

O relógio marcava 16 horas em ponto. Antenor agora vestia a roupa, Joana estava deitada ainda no chão com a bunda pra cima suspirando, quase que sem forças, meditava sobre sua situação, Antenor observava o corpo lindo da garota que quinzenalmente vinha lhe pagar as dividas, quão maravilhoso era esse pagamento –pensava.
Joana levantou-se vestiu a roupa, sorriu para seu Antenor que ainda estava em estado de transe sexual. Antenor pegou uma pequena caderneta que estava numa gaveta em sua mesa e riscou alguns números, guardou a novamente e disse para Joana:
- Daqui a quinze dias tem mais. Joana limitou se a sorrir com os cantos da boca, dirigiu se lentamente para a porta e saiu.

Arnaldo, o gerente do mercado, a observou sair, deu uma olhada de lado para presenciar a inigualável bunda que a garota tinha. Arnaldo já sabia o que ela vinha fazer ali todas as quinzenas, sonhava um dia poder deleitar se com seu corpo tal qual seu patrão fazia, porem, ele não passava de um simples “gerente” de mercado. Já era 14:30, o calor se fazia intenso, Joana caminhava pensativa, sua buceta ardia e sentia ainda um fio de esperma escorrer por sua perna. Sem emprego e com a mãe doente esse era o único meio de pagar suas dividas com seu Antenor do mercado. Agora iria para outro lugar, pagar o aluguel, seu corpo tremia só de pensar. O homem com qual iria se encontrar era mais jovem, dono de varios imóveis no bairro inclusive o que ela morava com a mãe, tratava-se de Valdecir.

Valdecir caminhava em seu apartamento sem camisa, só de bermudas, iria sair para um compromisso só que sabia sue hoje era o dia que iria receber um pagamento de aluguel especial e ansioso aguardava a chegada. Seu sorriso apareceu como um raio quando ouviu a companhia de seu apartamento tocar, olhou pelo olho mágico e pode observar Joana.
Joana adentrou a apartamento e sem cerimônia já foi se despindo, sabia que com Valdecir a coisa era mais pesada e rápida. Valdecir, jovem de classe média de 35 anos, gostava de malhar e praticar esportes radicais tinha por Joana uma atração especial e ela sabia disso, Valdecir era um insano adepto do sexo anal brutal, com ele literalmente, o buraco era mais embaixo.
- Como é bom receber minha vagabundinha tão lindinha assim. – disse em tom de chacota – tire a roupa rápido que estou meio apressado, tenho outras vacas pra comer ainda hoje. Joana ficou nua e puxou a bermuda de Valdecir para baixo rancando - a totalmente e começou a fazer o que mais fazia de bom, chupar o vigoroso membro do rapaz numa volúpia das mais galinha da putas, e assim ficou durante memoráveis minutos, até que Valdecir a levantou e a colocou de quatro.
- pelo que vejo você já passou no Antenor, não lhe disse que era para passar comigo primeiro sua vaca? – disse em tom de raiva.
- É que minha divida com ele esta muito alta, no mês que vem prometo passar aqui primeiro – disse amedrontada.
- Veja como esta essa buceta, como vou poder chupar um negocio que o cara acabou de gozar dentro? você é uma desclassificada mesmo, abre logo essa porra desse cu para que eu possa comer com fúria. Joana obedeceu à ordem do mestre e abria o orifício anal para que pudesse ser penetrada. Valdecir colocou seu membro com força, rancando um gemido de dor dos lábios carnudos de Joana, começava agora uma tortura sexual de proporções inimagináveis, para Joana era uma dor estranha para Valdecir um prazer inexplicável, Joana gritava e pedia para que ele fosse breve. – breve o caralho! – pensava. Valdecir gemia como um louco enquanto seu membro de tamanho descomunal fazia do orifício anal de Joana seu brinquedo favorito, Joana se agarrava ao tapete da sala como se pedisse socorro enquanto que Valdecir parecia estar em outro mundo num vai-vem alucinado. Passados alguns minutos em meio a gemidos e gritos de Joana a rola de Valdecir esfolando o ânus da garota numa loucura jamais vista, pelos lados do orifício uma meleca de cor marrom começava a escorrer, sêmen misturado com residos fecais podiam ser notados, se por um lado à dor de Joana era imensa por outro lado Valdecir enlouquecia de prazer, daí o clímax, o gozo, o prazer explodia como uma granada detonada a poucos centímetros do ouvido, Valdecir gozava como uma cavalo árabe numa proporção incomensurável, pelo orifício anal de Joana o gozo de Valdecir escorria como uma cachoeira, era tudo um delírio da mais avassaladora proporção.

Valdecir levanta quase que totalmente detonado, ordena que a garota se levante também. Joana ainda tem tempo de dar um leve sorriso.
- Se veste e cai fora vadia, na próxima vez vê se passa aqui primeiro se não antes de comer seu cu eu lhe darei uma surra. – disse com raiva.
Joana se vestiu rápido e saiu.
Lá fora tinha no semblante a caracterização do dever cumprido, havia saldado parte de suas dividas. Seu cu doía muito ainda, por isso andava devagar. Em sua mente as ultimas palavras de Valdecir ainda ecoava. Pensava já no próximo encontro e o fato de apanhar antes de dar o cu para o seu macho era algo que lhe agradava muito, talvez fizesse com que ele ficasse irritado a ponto de dar-lhe uma surra,seria delicioso levar uma surra e ser enrabada em seguida, - pensava-, No começo tudo parecia muito ruim, mas com o passar do tempo Joana começou a gostar dessa situação de mulher que paga as divida com seus dotes sexuais.

FIM

Nenhum comentário: