terça-feira, 30 de novembro de 2010

Esmeralda


 Esmeralda era uma menina muito estranha, extremamente bonita, porem em seus olhos um mistério estranho fazia-se perceber. Esmeralda tal qual uma jóia preciosa era perseguida  e desejada por absolutamente todos os homens do seu bairro. No alto dos seus 22 anos de idade sonhava mudar-se dali o mais rápido possível assim que terminasse a faculdade.
Como o destino não queria que ela saísse de seu bairro e nem de sua cidade o professor José conquistou seu coração, o romance tornou-se claro para todo mundo, arrancando inveja de todos os homens, pois, o professor Jose era um cara muito feio. Um dia pegaram os dois transando no banheiro da faculdade, foram convidados a se retirarem do estabelecimento de ensino.


Extremos


 Selena era um fenômeno, seus olhos era o que dominava os homens que conquistava. Já havia acumulado uma respeitável fortuna com os golpes que havia aplicado nos milionárias que escolhia a dedo. Na verdade nem considerava como golpe, apenas pedia uma pequena transferência financeira para sua conta para que continuasse o mancebo brincando em seu parque de diversão a hora que quisesse. Não havia o homem que resistisse a tal tentação, ela parecia que hipnotizava a todos.
Apesar da fortuna que havia acumulado nos anos, Selena não era feliz, pois seu verdadeiro amor não tinha nada de milionário, na verdade era ela quem tinha que ajudá-lo financeiramente. Jordão era um pobre coitado pedreiro azulejista, trabalhador que jamais conseguira um status de homem financeiramente qualificado. Tinha como grande trunfo poder afogar o ganso guando quisesse no traseiro de uma das mulheres mais linda que há havia visto, Selena.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Final de expediênte


Silvana havia terminado toda a tarefa do dia, já eram 18 horas, o escritório estava vazio e Jarbas seu patrão ainda não havia chegado da reunião que marcara com uns empresários em um luxuoso hotel praiano.
Geralmente na sexta feita àquelas horas era o momento em que fazia o famoso boquete pra ele que após gozar como um cavalo louco a fazia beber todo o seu leite de macho original. Hoje, no entanto, ficaria sem sua iguaria. Pegou sua bolsa apagou a luz do escritório luxuosíssimo e saiu, hoje teria que se contentar com o seu namorado.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Recordações a beira mar.


Andar pela praia de manhã era o que restava a Mariza.
Depois que seu marido a trocou pela irmã sabe-se qual fora o motivo não lhe restava mais nada de bom. Já havia chorado muito, nem a imensa fortuna que tinha não lhe resgataria o orgulho perdido. Caminhava solitária pela praia, olhava o mar maravilhoso e seus mistérios enquanto o canto das gaivotas caia como uma canção lamuriosa em seus ouvidos.
Parou perto de um rochedo onde observou uma pequena cavidade e se lembrou que naquele local ela fez sexo anal com seu marido pela primeira vez. Sorriu ao se lembrar o quanto doeu, lembrou-se que naquele dia ela gritou tanto e seus gritos de dor e prazer se perdiam com o barulho das ondas do mar batendo das rochas, nesse momento daria tudo para sentir aquelas dores novamente, no entanto, quem deveria estar usufruindo disso era sua irmã. Um semblante de tristeza tomou conta de Mariza. Mariza com certeza teria que encontrar um macho o mais rápido possível, qualquer um serviria naquele momento, qualquer um.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Menina danada.



Célia blondie era como seus amigos a chamavam. Sempre foi amiga de todos, menina estudiosa, radiosa e genial. Sua loirice era algo que todas as meninas do colégio queriam para só e com isso um Q de inveja invadia o coração de algumas. Se por um lado as garotas a invejam pelo outro era a desejada de todos os garotos. Os meninos tarado não deixavam passar a oportunidade de dar uma encoxadinha ou uma passadinha de mão no meio da muvuca que se formava no recreio ou na hora da saída. Ela sabia disso e fingia não notar as passadas de mãos e encoxadas incessantes afinal ela gostava. 



Apesar de linda e maravilhosa não tinha namorado, era um tanto quanto medrosa a este respeito mesmo com 17 anos de idade nas costas.
Dormia cedo, por  volta das 9 da noite só de calcinha ou as vezes pelada, costumava se masturbar antes de dormir, segundo ela o sono vinha mais rápido  e gostoso. Menina danada!

Água



Água, fonte de vida e de rejuvenescimento. Ângela agora em baixo do chuveiro em seu banho pensava no quanto isso era bom.
Água para restabelecer as forças e umedecer a pele. Somos água afinal de contas.
Jovem de classe media alta pensava no quanto havia vivido em perceber que os bons momentos da vida se resumiam em instantes tão curtos e solitários.
Saiu do boxe com a toalha enrolada no corpo, dirigiu-se pra sua cama onde seu namorado sedento por sexo a aguardava para o segundo round.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Doroth

Pouco tempo de casada Doroth fazia de tudo para agradar ao marido, homem bom e trabalhador que apesar de haver lutado muito na vida desde criança, trabalhando feito louco não conseguiu com o dinheiro todo o conforto que ele podia proporcionar.
Conheceu Doroth num desses cafés da cidade, apaixonou-se namorou e casou. Doroth oito anos mais nova do que ele não liga para o fato do marido ser um trabalhador a mais na multidão.
Observa pela janela ele se aproximar com o carro. Quando ele entra em seu pequeno mais confortável AP, Doroth já o está esperando em vestimentas sumárias. O sexo é inevitável. Após uma nova gozada Flavio seu marido pensa, “Dinheiro não é tudo”. 

sábado, 13 de novembro de 2010

O show não terminou



Agnaldo havia chegado de um show de rock, subiu as escadas e foi para o seu quarto e encontra Silvia sua namoradinha dormindo em sua cama. Surpreso, ele a acorda e ela lhe sorri, fala que como ela não pode ir ao show por seus pais não haverem deixado resolveu esperá-lo em casa e em sua cama. Foi logo tirando a roupa e ficando a vontade. Agnaldo ficou contente, sabia que o show tinha que continuar.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Dorinha


Luciano trabalhava naquela linha de taxi a dezoito longos anos e melancolicamente pensava de como o tempo havia passada. Fumava agora outro cigarro ao lado do seu carro, não fumava dentro do automóvel para o cheiro não ficar impregnado no seu interior e causar mal estar aos passageiros. Pensava agora no grande bordel que havia a poucas quadras ali a frente onde hoje é um shopping dos mais requintados. Entre uma baforada e outra pensava nas noitadas que passou nesse bordel. Pensava agora em Dorinha sua puta favorita dos tempos de vadiagem. Pensava no quanto havia gastado de grana com essa puta que ele gostava tanto. Nesse instante chega um cliente, Luciano joga o cigarro fora e sorri feliz ainda pensando em Dorinha que hoje é sua esposa excelente e fiel dona de casa e que apesar de hoje estar com mais idade ainda mete pra caramba.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

O tempo passa

Ruivaldo acabara de comprar a revista na banca de jornal, iria finalmente ver as fotos que a filha do seu melhor amigo havia tirado para aquela revista masculina. Chegou em casa e foi logo abrindo as paginas e quase teve um ataque do coração quando começou a ver as primeiras fotos. Sim, aquela menininha que ele havia segurado no colo durante anos e ido a varias festas de aniversario levar presentinhos e participar havia crescido, cresceu em todos os sentidos e a bunda principalmente, que maravilha - pensava. Jogou a revista no sofá e balançou a cabeça irônico, - o tempo passa.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

O demônio e o quase padre



Mauricio nutria uma paixão por Gigia desde criança.
Ele agora com 20 anos e Gigia com 17 e já que o romance não emplacava era a hora de Mauricio procurar outras inclinações na vida. Possou-se vários anos e por essas coisas da vida Mauricio resolveu ingressar no sacerdócio e com o decorrer dos anos iria se tornar padre. Um mês antes da celebração que o definiria como padre resolveu voltar pra casa e visitar sua mãe que não via a varios anos, as únicas conversas com ela tinha sido via telefone e alguns papos no MSN. O que o quase padre Mauricio não  podia supor é que sua paixão de criança hoje com 25 o esperava ainda apaixonada, e quando Mauricio a viu sua paixão voltou num fogo desesperador, já não se controlava. Ela estava linda demais, e sua sensualidade saia pelos poros. Naquela noite Mauricio passava quase em claro quando ouviu alguém bater na porta do seu quarto, quando abriu viu Gigia, todo linda sensual, o abraçou e o beijou, tirou o roupão onde exibia seu belo corpo negro e uma calcinha vermelha maravilhosa. O coração do quase padre Mauricio veio a mil. Fez sexo a noite todo, se lambuzou  todo e ainda continuou pela manhã até as quase meio dia, a menina era insaciável. A igreja católica perdeu o que seria um padre naquele dia.

domingo, 7 de novembro de 2010

O último Tango em Paris, a cena da manteiga



Em 1972 estreiava em todos os cinemas o filme estrelado por Marlon Brando,  O ultimo tango em Paris.
Eu mesmo fui assitir ao filme muitos anos depois ja na época dos videos cassete, e logicamente a melhor cena do filme que se tornou antologica foi a cena da manteiga. Na época o filme ja foi um escândalo por si só e ainda mais com essa cena, que na verdade não tem nada de "pornografico", mas a insinuação ja leva por si só a um ato que na epoca era "calamitoso", um quarentão comendo forçadamente o cú de uma jovem num apartamento de segundo classe em Paris.
A cena foi refilmada e ficou legal.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Chris Miller, muito talento com os peitos e nada mais



Essa tal de Chris Miller é mais uma dessas galinhazinhas que aparecem aos montes por ai, mal sabe articular um minuto de conversa qualquer que seja o assunto.
Fez um "curso de DJ" e ao se apresentar nos bailes em casas noturnas, em determinado momento do "show" coloca os imensos  maravilhosos e extremamente gostosos peitos para fora. Eu acho que a partir desse momento só mesmo um demente iria ficar dançando  e pulando o tempo todo. 
Por mais aviadado que o cara seja logicamente ele vai parar para olhar os peitões da danada.
As musicas que ela toca são uns lixo, mas não tem problema, ela tem outras coisas que compensa 

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Bunda que mata


Abinaldo tinha 86 anos de idade. Já havia criado 12 filhos de seus cinco casamentos, hoje com essa idade avançada e viúvo cinco vezes, só lhe restava esperar a morte, porem, essa teimava em não chegar.
Queria morrer de uma forma honrada, macho original que era, queria morrer transando, mas não tinha mais tempo de arrumar mulheres para transar, seus filhos não o deixavam sair de casa, e se saísse sua aparência de vovô seria um empecilho para arrumar uma gostosa que quisesse transar com ele.
Foi então que comprou uma luneta e começou a bisbilhotar as vizinhas dos apartamentos a frente. Logo vislumbrou uma morena muito sensual, descobriu o telefone dela e começou a ligar, disse que era um voyeur e que sempre a observava em seu quarto. Mentiu dizendo que era um milionário e poderia fazê-la muito rica caso pudesse ver seus atributos físicos mais constantemente.
Um dia a morena se exibiu mais do que o suficiente para o velhinho de 86 anos, ele a olhava e comia com os olhos, seus olhos esbugalhavam de tesão. Certa manhã a empregada bateu a porta do seu quarto para levar o café e ele não abriu, forçaram a porta e o encontraram morto, havia tido um ataque fulminante do coração.
Seu Abinaldo havia morrido como queria se não estava transando pelo menos estava com muito tesão. Ninguém notou uma luneta no canto da janela.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

A bela da praia





Juliano acabara de bater uma punheta no banheiro do bar da praia onde estava tirando férias. Saiu todo atabalhoado do bar, estava em transe ainda, mal podia acreditar na beldade que vira deitada na areia toda sensual cheia de amor pra dar. Tudo bem ele sabia que essa senhorita estava cheia de amor pra dar, mas pra ele que não era, então lhe restou apenas correr para um boteco e bater punheta. Ao voltar para a praia a viu novamente, correu para o bar pediu para ir  ao banheiro e bateu outra. Abelardo, o dono do bar pensou que se tratasse de um viciado em drogas que usava o banheiro do seu estabelecimento para se drogar.
Passou mais meia hora e la vem Juliano e pede para ir ao banheiro novamente, Abelardo o dono do bar pergunta se o rapaz esta com algum problema, Juliano diz que é punheteiro contumaz, e toda hora ele encontra uma dona muito gostosa e bonita na praia, uma verdadeira beldade, não agüenta e vai bater punheta. Abelardo ri da historia do rapaz, mas, curioso sai pra ver quem é a tal beldade. 
Abelardo anda pela praia e da de encontro com uma deusa da sexualidade. Sai correndo e vai para o banheiro do seu bar que está ocupado nesse momento por Juliano, Abelardo desesperado bate uma ali mesmo na porta, um vexame. 

Delírios dentro de uma Van

Beldades na tela



Tudo bem  que o funk carioca é a pior musica que ja existiu na face da terra, mas por outro lado nunca vi uma espécie de musica que fizesse surgir tantas mulheres gostosas.
Vale a pena ver o vídeo e nem prestar atenção para a musica, se  bem que o funk nem aparece "quase" nesse video.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

A historia de Asdrúbal




Asdrúbal tinha um pequeno problema, tinha apenas 1,70 de altura e era gordo demais. Já havia feito diversos regimes, mas não conseguia emagrecer, seus 120 quilos era nesse momento um verdadeiro transtorno para ele.
Trabalhava feito louco num escritório de venda de autopeças onde era gerente muito querido por todos, rapaz bom, trabalhador, honesto, só que para a sociedade isso não é o suficiente, ele teria que ser magro também.
Asdrúbal que alem do problema de peso estava apaixonado por Lorena a garota que trabalhava na casa lotérica onde ele fazia sua fezinha durante a semana, sabia que jamais conquistaria Lorena que era uma loira linda maravilhosa, coxuda, lábios carnudos alem de já ser casada, enfim, Lorena era a musa das punhetas de Asdrúbal.
Sexta feira, la ia Asdrúbal para o puteiro do qual era freguês. Sim, toda sexta ia pra la, passava horas transando com Mariana que também era loira e lembrava muito sua musa. Só saía de lá meia noite todo lambuzado de sexo e satisfeito, mal sabia que a prostituta Mariana era apaixonada por ele apesar de sua obesidade.