terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Magnólia



Magnólia era seu nome, Mag seu apelido. Reza a lenda que ela foi paixão e tema de uma musica de Jorge Bem. Magnólia negra linda futurista inspirava os poetas, os artistas e os loucos, sua beleza era uma verdadeira imagem de sonhos. Onde passava deixava corações partidos e desilusões permanentes nos corações dos homens.
Magnólia nobre, sensual e bela dedicava-se a muitas coisas, dentre elas a ajudar as pessoas. Um dia um coração desapontado de um de seus pretendentes enegreceu de ódio e rancor e fez com que esse homem numa noite tenebrosa assaltasse a residência de magnólia e após horas de sexo forçado a matou.
A tristeza tomou conta da cidade, ninguém parecia acreditar no que havia acontecido como alguém poderia ser tão cruel a ponto de tirar a vida de tão meiga criatura? Magnólia agora jazia numa lapide fria e lágrimas de dor forravam a terra do cemitério.
Mag, como era conhecida, Magnólia em registro de nascimento. Negra linda, maravilhosa que na língua de um poeta foi levada para um mundo distante em uma nave espacial dourada com janelas de cristais e forro de veludo rosa. Mag, eu disse